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14 resultados para Kyoto

🇪🇸

COP25 — Madri 2019: o impasse do Artigo 6 (custo ~US$ 30 mi)

A COP mais longa da história terminou sem acordo sobre os mercados de carbono (Artigo 6), bloqueado por Brasil e Austrália. Surgiram os Princípios de San José pela integridade. Sediada por Madri em um mês, após a desistência do Chile, a um custo estimado de ~US$ 30 milhões.

COPCOP25Espanha
🇶🇦

COP18 — Doha 2012: o segundo período de Kyoto

O pacote "Doha Climate Gateway" adotou a Emenda de Doha (2º período de Kyoto, 2013–2020), encerrou as vias de negociação de Bali e avançou a agenda de perdas e danos rumo ao mecanismo de Varsóvia.

COPCOP18Catar
🇿🇦

COP17 — Durban 2011: o mandato para um acordo universal

A Plataforma de Durban criou o mandato para negociar, até 2015, um acordo aplicável a todos (em vigor em 2020) — o caminho direto para Paris. Também acordou um segundo período de Kyoto e operacionalizou o Fundo Verde do Clima.

COPCOP17África do Sul
🇮🇩

COP13 — Bali 2007: o Mapa do Caminho e o nascimento do REDD+

O Plano de Ação de Bali abriu um processo de negociação em duas vias (AWG-LCA + AWG-KP) rumo a um acordo pós-2012, com cinco pilares, e introduziu formalmente a linguagem de REDD-plus (florestas) — rota que levaria a Copenhague.

COPCOP13Indonésia
🇰🇪

COP12 — Nairóbi 2006: adaptação e o Quadro de Nairóbi para o MDL

A COP12 batizou o Programa de Trabalho de Nairóbi sobre adaptação, criou o Quadro de Nairóbi para ampliar o MDL na África, acordou princípios de gestão do Fundo de Adaptação e fez a 1ª emenda ao Protocolo (inclusão da Belarus).

COPCOP12Quênia
🇨🇦

COP11 — Montreal 2005: Kyoto em vigor e o Plano de Ação de Montreal

Primeira reunião das Partes do Protocolo (CMP1) após sua entrada em vigor. Adotou formalmente os Acordos de Marraquexe e lançou o Plano de Ação de Montreal e o grupo de trabalho (AWG-KP) para o segundo período de compromisso.

COPCOP11Canadá
🇦🇷

COP10 — Buenos Aires 2004: adaptação e os 10 anos da Convenção

No 10º aniversário da UNFCCC, a COP10 adotou o Programa de Trabalho de Buenos Aires sobre adaptação e medidas de resposta, e começou a olhar para o regime pós-2012 — às vésperas da entrada em vigor de Kyoto.

COPCOP10Argentina
🇲🇦

COP7 — Marraquexe 2001: as regras de Kyoto e a 1ª taxa internacional

Os Acordos de Marraquexe detalharam o funcionamento do MDL, JI e comércio de emissões e criaram três fundos. O Fundo de Adaptação seria bancado por uma taxa de 2% sobre os créditos do MDL — a primeira taxa internacional sobre transações para financiar clima.

COPCOP7Marrocos
🇳🇱

COP6 — Haia 2000: o colapso e a retomada em Bonn (2001)

As negociações da Haia foram suspensas sem acordo, por impasse EUA–UE sobre sumidouros florestais, conformidade e financiamento. Após a saída dos EUA de Kyoto, a retomada em Bonn (julho/2001) produziu os Acordos de Bonn, salvando o protocolo.

COPCOP6Países Baixos
🇩🇪

COP5 — Bonn 1999: a fase técnica do Plano de Buenos Aires

Com 165 Partes e mais de 3 mil participantes, a COP5 avançou o trabalho técnico do BAPA e adotou 32 decisões e conclusões, sem um marco político de destaque, preparando a decisão das regras para a COP6.

COPCOP5Alemanha
🇦🇷

COP4 — Buenos Aires 1998: o Plano de Ação para destravar Kyoto

Com mais de 5 mil participantes, a COP4 não fechou as regras de Kyoto, mas adotou o Plano de Ação de Buenos Aires (prazo de 2 anos). Argentina e Cazaquistão acenaram com metas voluntárias e os EUA assinaram o protocolo.

COPCOP4Argentina
🇯🇵

COP3 — Kyoto 1997: o Protocolo e o nascimento dos mercados de carbono

Mais de 10 mil participantes em Kyoto adotaram o primeiro tratado com metas vinculantes (média de -5,2% vs 1990 para o Anexo I) e criaram os mecanismos flexíveis (MDL, JI e comércio de emissões) — a origem dos créditos de carbono.

COPCOP3Japão
🇨🇭

COP2 — Genebra 1996: o aval à ciência e às metas vinculantes

A Declaração Ministerial de Genebra endossou o 2º Relatório do IPCC e, com a virada de posição dos EUA, apoiou pela primeira vez metas juridicamente vinculantes — preparando o terreno político para Kyoto.

COPCOP2Suíça
🇩🇪

COP1 — Berlim 1995: o Mandato de Berlim

A 1ª Conferência das Partes (117 países) reconheceu que os compromissos voluntários eram insuficientes e lançou, via Mandato de Berlim, a negociação de metas vinculantes — além de criar a fase-piloto de Atividades Implementadas Conjuntamente, embrião dos mecanismos de mercado.

COPCOP1Alemanha